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Qual o problema do Viber?

Cara, não adianta, não consigo achar o Viber bom. E olha que nem é minha tendência de ser do-contra ou hipster, o que as pessoas podem ser levadas a acreditar por eu não gostar justamente do que elas gostam no aplicativo. Eu realmente não acho o app assim tão bom como seus fãs fazem parecer.

Um dos motivos é essa necessidade de atenção que o Viber tem. Sabe aquele seu amigo que ficava te cutucando no Facebook pra mostrar que ele existe (e na vdd esse amigo é você)? É isso que vejo toda vez que aparece uma notificação de novos stickers, promoção de stickers, receitas com stickers, por favor olhe pra mim não me abandone não me desinstale stickers.

Viber, cara, eu sei que você tá instalado aí. Toda vez que meu celular chora por falta de espaço, você é um dos primeiros apps que eu vejo comendo minha memória. E, mesmo assim, não te desinstalei. Isso deve significar algo. Tenha esperança, um dia você chega lá (acho).

Essa carência também se traduz nas irritantes notificações. Veja, no aplicativo concorrente, eu posso configurar até a duração da vibração pra saber se recebi mensagem num grupo ou se foi privada. Mas não no Viber. No Viber são aquelas três vibradas desesperadas que tentam começar o próximo apocalipse com um terremoto.

E não importa com quanta força você esteja olhando para uma conversa, esperando o coleguinha responder com um sticker cheio de cores, formas e olhos esbugalhados, o Viber vai tremer o chão sob seus pés para avisar que você recebeu a mensagem que acabou de ler.

E sabe o que é melhor? Se você silencia uma conversa, ele continua vibrando até você sair dela.

Querido Viber:
Eu já entendi o trocadilho do seu nome. Já pode parar de tonificar os músculos da minha mão direita. Minha esposa tá desconfiando.

Outra coisa é esse layout bonitinho que come uma área enorme da minha tela pra mostrar que aquele meu amigo não colocou foto de perfil. Isso faz com que as mensagens não preencham a tela de forma funcional, aumentando o número de RPF (rolagens por fofoca) de forma exponencial (a LER está na esquina).

Eu já falei que os stickers ocupam quase minha tela inteira?

Mas isso talvez seja minha culpa. De onde eu tirei a ideia de que um celular lançado há mais de um ano ainda funciona? Talvez eu esteja louco, digitando esse texto no meu computador em um surto de sonambulismo. Quem é maluco de não beijar os pés do consumismo e deixa de comprar o último phablet?

Mas o app tem coisas boas, como a possibilidade de usá-lo sem a necessidade de um smartphone, ou todos os outros penduricalhos que devem fazer diferença pra alguém. O problema é que não há opções. Eu não posso alterar essas coisas que me atrapalham. E é isso que me deixa mais frustrado com o Viber.

Sério, pra que eu quero saber que o chat que eu sigo mudou o papel de parede? Eu já não veria isso? Que carência, cara!

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