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Pra que tanta estrela?!

Dia desses eu pedi à minha namorada (sim, eu tenho uma) para me ajudar em um teste que tinha como objetivo descobrir se sofro de um certo distúrbio de atenção. Eu poderia ter feito o teste sozinho, mas pedi para que ela o fizesse pra mim por dois motivos:

  • eu poderia burlar (in)conscientemente o teste para meus próprios desígnios, arrumando, assim, uma desculpa para minha enorme preguiça;
  • o teste é feito com CINCO LINDAS, SACANAS E NÃO TÃO BRILHANTES ESTRELAS!
4,5 estrelas

Esse post não é bom o suficiente para receber 5!

Eu poderia fazer uma ideia em percentual das opções e aplicar isso às estrelas, não? Claro que sim. O problema, querido leitor, é: como quantificar algo abstrato?! Acredito que eu não seja o único que já parou pra pensar sobre isso.

Até dei um procurada pela origem das 5 estrelas, mas não consegui encontrar. Provavelmente foi alguma ordem secreta de dominação global que pôs em prática, por meio de estrelas, algum plano maligno. E parece que eles estão conseguindo: no momento, estou sentado numa cadeira, em frente ao computador, pensando sobre o maldito sistema de classificação por estrelas, enquanto poderia estar por aí, salvando o mundo! Ou jogando.

Pense comigo: qual a diferença de 3 para 4 estrelas?! Qual a ideia de “gostei” e “gostei mesmo” em um classificação?! Pior: Qual a diferença de “frequentemente” para “muito frequentemente”?! Se é frequente, acontece com uma frequência. Se a frequência aumenta, continua sendo algo frequente, pois tem uma frequência!!!

Andei pensando, então, em como poderia usar uma forma de qualificar as coisas sem sangrar o nariz de tanto forçar meu cérebro. Cheguei a pensar em 4 estrelas: 1 – péssimo, 2 – ruim, 3 – bom, 4 – ótimo. Mas, andando pelas internets, achei esse texto aqui: Por que odeio qualificação de 5 estrelas, que ainda nem acabei de ler, mas me ligou em algo bem interessante: o sistema de like/gosto e dislike/não gosto.

David, autor do texto, afirma que o sistema like/dislike é binário, mas não acredito assim. Ele, na verdade, é trinário: “não gostei”, “tanto faz” e “gostei”. Acho que você já pensou no Youtube. É simples: Gostei? Dou like. Não gostei/repudio? Dou dislike. Tanto faz, quero saber é quando vai passar o filme do Pelé? Não marco nada. Oi! Simples assim!

Este é meu desabafo sobre a nossa atual indústria de classificação. Fora a ditadura! A internet é livre! Usura não! Cadê meu chinelo?!

Se você gostou, clique ali embaixo na única estrela desse post, twitte, curta, dê +1, compartilhe, comente dizendo quantas estrelas daria para o post, o blog, o autor, a vida o universo e tudo mais ou vá dormir. Ou não faça nada disso e leia os outros posts dessa farofa!

A propósito, o teste que ela fez deu negativo. O que não impede que eu tenha o tal distúrbio. Afinal, eu sempre perco a atenção quando estou fazendo qualquer coisa e aparece algo interessante, ajudando, ainda mais, a proliferação da minha preguiça e o surgimento de o que é aquilo se mexendo ali?!

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