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Mudando Imagem de Fundo na Tela de Logon do Windows 7 (ufa!)

Se você, assim como eu, é meio doido por wallpapers e não consegue escolher apenas um, provavelmente já utilizou ferramentas como Any Wallpaper, ou até uma do Windows 7, em algumas versões, para trocar seu papel de parede de tempos em tempos.

No Windows XP, utilizando a ferramenta acima citada, e dependendo das suas configurações de vídeo, você pode bloquear o computador e continuar vendo aquelas imagens bonitas que você encontrou no Wallbase. Mas, no Windows7, até onde sei e não pesquisei, ao bloquear a tela, aparece aquela imagem de fundo do próprio windows, aquela coisa bonita que um monte de gente já cansou de ver.

Pesquisando por aí, já pensando em criar algo, encontrei uma ferramenta bem simples que muda aquela imagem. Ela se chama Logon Screen Rotator, e pode ser encontrada no site da Luke Payne Softwares (Luke Skywalker + Max Payne?!). E, não apenas muda a imagem, coisa simples, como, também, permite mudar toda vez que você ligar ou mesmo bloquear o computador!

Para instalar o aplicativo, clique aqui e procure por “Download: setup.exe“. Baixe o arquivo e faça a instalação.

Já de cara, ao abrir o programa, ele vai perguntar se você quer importar as configurações de uma versão antiga que você teria, supostamente, instalado. Clique em “No” e prossiga até chegar à tela principal. Que será assim:

Você pode adicionar imagens clicando com o botão direito no espaço em branco e, depois, em Add Image:

Adicione quantas imagens você quiser e seja feliz.

Mas, se você é como eu, não é isso que você vai fazer. Você vai escolher a pasta onde você salva seus milhares de wallpapers! E como? É só clicar ali em cima em “Monitored Folders” e fazer o mesmo processo com o botão direito. =D

A seguir, vamos às configurações:

Aqui você pode definir o tamanho das miniaturas daquela aba para adicionar imagens; o intervalo da troca de background, que pode ser a cada Logon, a cada dia, a cada bloqueio, ou tanto em bloqueios como em logons; como a imagem ficará, centralizada ou estendida; e se você quer que as subpastas das pastas monitoradas também sejam utilizadas.

Feito isso, você pode fechar e aproveitar sua mania de wallpapers também na logon/lock screen. \o/

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Pensamentos Sobre Economia

    Hoje comentei neste artigo, do site Dinheirama, algo que eu já pensava em publicar em algum lugar. É uma visão que tenho sobre economia. Não que eu seja o melhor economista, ou até que economize de verdade, mas acho que esses cuidados que mostro aqui podem ajudar em alguma coisa. Então, vou reproduzir aqui o meu comentário. Segue:

 

1) Lojas que enganam os clientes.
    As pessoas olham para o preço do natal e pensam “vou comprar após o natal porque estará mais barato”. Com certeza estará, mas, nem sempre, mais barato que o normal. Às vezes, as lojas elevam os preços em determinadas épocas para, depois, colocarem em “promoção”.

    É bom pesquisar os preços antes da época de “rush”. Alguns sites, que não lembro agora, mostram a variação de preços de algumas lojas.

2) Comprar sem necessidade:
    Às vezes, aliado ao problema que mostrei acima, acontece de o consumidor comprar algo porque está na promoção. Não podemos nos iludir com promoções e sair comprando qualquer coisa. Algumas vezes nem vale a pena comprar aquilo. Cuidado para não cair no controle que as promoções exercem.

3) Promoções falsas:
    Outro tipo de promoções que enganam os clientes é a que se prolonga “eternamente”. Vejo isso, na maioria das vezes, em promoções de sites que vendem livros. Como sou apaixonado por leitura, sempre recebo e-mails de promoções de várias lojas, independente de época, data, etc.

    O que ocorre é aquele tipo de promoção “Livro ‘tal’ a R$19,90″, mas o tal livro está nesse preço, ou dois reais acima, há seis meses. Então as lojas colocam o valor de lançamento (R$50) e dizem que tem um desconto de trinta reais! Se você pesquisar, ainda encontra em outras lojas a R$15.

    O que costumo usar, mesmo, é uma ideia que chamo de “preço justo”:

  • Preciso(ou quero) tanto daquilo em relação ao preço e ao dinheiro que tenho? Compro.
  • Se não é tão necessário, o preço não é tão “justo” em relação ao produto, ou não tenho dinheiro suficiente para comprar, não compro.

    Dessa forma já comprei livros a R$50 ou mais, mas, a maioria dos que compro é a R$2, R$5, R$10. Claro, não todo dia. =)

 

    Então é isso. Recomendo a todos que acessem o Dinheirama, que tem várias dicas, artigos, entrevistas e mais sobre o mundo da economia. Não apenas aquela que se aprende para empresas, mas para a pessoal e/ou familiar também.

    Talvez eu escreva mais alguma coisa nessa área, depois de voltar a ler o Predictably Irrational, do Dan Ariely, que mostra como nossa mente é usada para que gastemos dinheiro.

    Até a próxima. o/

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Sandubinha do Norte – A Cidade da Fofoca

   Isso aconteceu quando eu era ainda menino e vivia com os meus pais numa cidadezinha chamada Sandubinha do Norte, no Acre. Eu e mais oito irmãos.

     Não sei se você já foi em alguma cidade pequena. Mas acho que todo mundo sabe que, nesse tipo de cidade, as notícias voam. Todos sabem o que acontece com todos. Por um lado isso é ruim, pois todas as histórias de traições, roubos ou qualquer coisa caem rapidinho na boca do povo. Por outro lado, é bom. Todo mundo sabe quem está doente, ou precisando de algum tipo de ajuda.

     Mas Sandubinha era diferente. Nenhuma cidadezinha de interior tinha tanta fofoca quanto aquela. E não eram apenas fofocas. Eram as mais incríveis! Ninguém sabia, ou contava, como surgiam notícias como a de que seu Juca, dono do mercadinho, tinha se deitado com oito cabras ao mesmo tempo no último carnaval. Na Bahia!

     Outra notícia que surgiu foi sobre o enriquecimento de seu Jorge, dono de uma fazenda seca no pé de umas montanhas. Todos estranharam quando ele comprou o primeiro carro da cidade. Dois dias depois, o filho mais velho de dona Josefa sumiu. Depois de uns dias do sumiço do garoto, surgiu a notícia de que seu Jorge tinha encontrado ouro para as bandas de sua fazenda. O Kreydson, o filho de dona Josefa, tinha ouvido falar e foi procurar, também queria ficar rico. Seu Jorge matou o garoto e deu para uns animais que viviam perto da fazenda. Tudo isso em menos de uma semana. E as notícias surgiram já na segunda-feira!

     Até que, um dia, espalhou-se pela cidade que a Tininha, filha do prefeito, tinha ido pra cama com seu noivo, duas semanas antes do casamento! Aconteceu o que normalmente acontece em qualquer cidade pequena: o pai da moça matou o safado. Claro que todos sabiam que a Tininha não era essa santa que o pai acreditava. Ela se insinuava até para os coroinhas!

     Mas a última notícia a se espalhar, não foi essa. Contam que o prefeito, revoltado com a fofoca da cidade, por todos saberem da desgraça que caiu sobre sua família, doido pra arregaçar o fofoqueiro que começou a espalhar a história, foi se confessar. O padre Benito, falou mais ou menos assim:

- Qualquer um mataria o homem que fizesse isso com sua filha. Eu entendo, senhor prefeito. O senhor só matou o homem errado. Dia desses o Carlinhos veio se confessar. Ele não fez nada com sua filha porque gosta de homens. Até tinha um caso com o Geraldão, aquele que a mãe bebe leite com terra todo dia, pra pagar uma penitência por ter traído o marido. Quem fez isso com sua filha foi o Paulinho. Na verdade, ele já me confessou que fez isso com várias meninas da cidade. Só me espanto com a ousadia de fazer isso com a filha do prefeito.

     Como todos sabem, padres não deveriam contar o que acontece no confessionário.

     No dia seguinte, o padre amanheceu pendurado pelo pescoço, na porta da frente da igreja.

     Eu nem sei o que ocorreu depois. Meu pai tratou de me mandar pra São Paulo antes que o prefeito me pegasse. Nunca mais me confessei.

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Great Opening

Então, nos encontramos novamente.

Após tantos dias de preguiça e procrastinação, eis que decido voltar à ativa. Mudando tudo, claro. Ok, nem tudo. Talvez a preguiça e a procrastinação continuem, mas em doses homeopáticas. Não judiarei de vocês que esperam, tão ansiosamente, por meus belos escritos.

Já fiz, no PNCA 2.0, um post me despedindo de vocês, e apontando para cá. Se vocês o leram, acredito que estejam aqui por pura esperança que este seja melhor que o outro. Se não leram, não precisam ler. É apenas um chororô desmedido sobre o amor que sinto por todos vocês que visitam esta bagaça.

Não prometo posts mais frequentes, aliás, não prometo nada! Venham por pura vontade. Acredito que seja melhor do que ler meus textos por força, por mais que eu utilize de meus artifícios jedis para encher isso aqui de queridos leitores.

Quando fiz o Papai Noel de Cueca Azul, o meu primeiro blog, minha ideia era divertir as pessoas com meus pensamentos nonsense, imagens legais, vídeos interessantes, etc. Estava tudo indo muito bem, até que o servidor grátis não aguentou mais o crescimento de adeptos da “brogagem” e tropeçou nos próprios cabos de rede, mandando tudo para o limbo cibernético.

Tempos depois, com apoio de minha atual namorada, que era apenas uma “amiga”, na época, fiz um outro blog, o Eis Que Te Falo, que continuará funcionando, para postar meu lado mais romântico, filósofo, sensível da vida. Coisa linda “di gizuz”!

Decidi, então, reabrir o boteco! Foi criado o Papai Noel de Cueca Azul Versão 2.0, o Júnior! Que decepção! Como não estava acostumado com o Blogger, não consegui criar um layout que representasse ou, ao menos, ficasse legal com a proposta do blog.

Depois de bastante tempo barrigando o sujeito, acabei parando, indo descansar um pouco, esfriar a cabeça, clarear a mente, deixar a poeira baixar, para, então, organizar aquela bagunça.

Tentei voltar, arrumando o layout primeiro, mas acabei fazendo uma lambança das grandes e piorando o estado do agonizante Noel.

Decidi, depois de muito pensar, que era hora de aposentar o bom velhinho e, quem sabe, partir para uma nova empreitada. Eis que me lembrei do WordPress. Essa beleza em forma de plataforma/hospedeiro. Com tudo que eu já tinha trabalhado, com várias ferramentas legais e, principalmente, muito, muito mais bonito. Sabe o que aconteceu?

Então, importei os posts antigos do PNCA 2, só para ter um certo histórico das coisas que já fiz. Tá tudo ali embaixo, podem ver, caso seja vossa vontade. Mas já adianto que não é tão bom quanto eu desejava, nem quanto será daqui em diante.

O Farofa Humana será feito, basicamente, à minha figura e semelhança. Com minhas viagens, devaneios, divagações, e outras coisas sem sentido que se passam pela cabeça de uma pessoa que é considerada normal. Postarei o mínimo possível de imagens e vídeos, pois isso se encontra facilmente pela internet, e nem tudo é exatamente o que penso, por mais que possa parecer.

Espero que vocês se divirtam bastante lendo isso aqui. Estou aberto a sugestões, principalmente no layout, que ainda não está tão bom. Quero ouvir vocês, então me liguem comentem! Não faço isso aqui apenas por mim. Penso em vocês quando escrevo, mesmo não fazendo a mínima ideia de quem vocês sejam. Isso é estranho…

Desta forma, declaro o Farofa Humana oficialmente inaugurado. Divirtam-se. =D

 

 

 

 

 

P.S.: Minhas ideias, dos PNCAs para cá, mudaram um pouco. Então, acostumem-se. =)

1 Comentário

Ah se Restart cantasse assim…

Eu, talvez, com um pouco de paciência e forçação de barra, ouviria uns 15 segundos. Ou não, quem sabe?

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